A 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região julga nesta quarta-feira (26) recurso do Ministério Público Federal (MPF) que pediu à Justiça o retorno de Adriana Ancelmo, ex-primeira-dama do Rio de Janeiro, para a prisão. Ela está em prisão domiciliar em seu apartamento no Leblon, na Zona Sul, desde que deixou o Complexo Penitenciário de Bangu, no final do mês passado.
O MP sustenta que ela deve cumprir a prisão preventiva. Em seu parecer, a Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2) destaca que "as causas que originaram sua prisão não somente permanecem inalteradas como também ganharam robustez com o prosseguimento das investigações, não havendo razões para conversão em domiciliar".
Em março deste ano, o MP já havia entrado com um recurso para que a Justiça determinasse a revogação da prisão domiciliar, concedida pelo juiz Marcelo Bretas, que entendeu que os filhos de 11 e 14 anos, não podem ficar sem o pai e sem a mãe ao mesmo tempo.
A ex-primeira-dama é investigada na Operação Calicute e foi denunciada por corrupção e lavagem de dinheiro na organização criminosa A liderada por seu marido, o ex-governador Sérgio Cabral.
A PRR2 defende ainda que a conversão em prisão domiciliar afronta o princípio da isonomia, que defende que todos são iguais perante a lei, “já que há milhares de outras mulheres com filhos detidas e que não foram favorecidas da mesma forma”.
Em março deste ano, o MP já havia entrado com um recurso para que a Justiça determinasse a revogação da prisão domiciliar.
G1




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