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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Parentes de empresário escocês morto no RJ prestam depoimento

Parentes do empresário escocês Scot Peter Campsie, morto a tiros na BR -101 na última quarta-feira (2), estiveram por cerca de uma hora na tarde desta quinta-feira (10), na Delegacia de Homicídios (DH) de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Segundo o delegado Wellington Vieira, eles foram contar detalhes da rotina do empresário e informar sobre os últimos passos dele antes do crime. Vieira disse que não descarta nenhuma hipótese, mas considera remota a possibilidade de execução.

O delegado disse que a mãe, irmãos e a viúva estiveram na delegacia acompanhados de advogados e representantes do Consulado Britânico. O delegado não descarta nenhuma hipótese para o crime.

"Já solicitamos as imagens dos lugares por onde ele passou no Rio, na Ponte Rio-Niterói e na BR-101 para tentar identificar os dois homens negros suspeitos do crime. Ele pode ter sido vítima de um assalto mal sucedido, já que os pertences não foram levados.", disse o delegado. Vieira informou ainda que foram efetuados dois disparos, mas só um atingiu o escocês no peito e foi fatal.

A Polícia Civil vai analisar as câmeras de segurança ao longo do trajeto feito pelo executivo antes de ser morto. "Vamos pedir as câmeras da ponte Rio-Niterói e também do hotel Caesar Park, em Ipanema, onde ele estava fazendo reunião", disse Vieira.

Apesar da iniciativa, o delegado afirmou que a principal linha de investigação continua sendo o latrocínio, quando há um roubo seguido de morte. "Nenhuma hipótese nesse caso é descartada, por isso vamos analisar as imagens, mas o assalto seguido de morte ainda é a principal suspeita", contou.

O executivo foi morto quando seguia para Macaé, no Norte Fluminense, onde trabalhava e morava com a mulher e a filha. Campsie era diretor de operações da Brasdril Sociedade de Perfurações, que tem sede em Macaé e pertence à empresa do ramo petrolífero Diamond Offshore Drilling International.

O executivo morava há mais de 15 anos no Brasil, onde tinha mulher e filha. A família dele já foi ouvida pela polícia para auxiliar nas investigações.

G1

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